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Brasil e Argentina tentam acabar com domínio europeu na Copa do Mundo
Por JB GAMES
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Publicado em 07/10/2022 às 15:00
. Pixabay
Quando a bola começar a rolar na Copa do Mundo, Brasil e Argentina terão a missão de tentar acabar com a hegemonia europeia. Desde 2006, quando a Itália conquistou o seu tetracampeonato, as seleções do Velho Continente levaram todas as edições do Mundial. Muitos torcedores acreditam que em 2022 essa história poderá ser diferente, e alguns estão aproveitando o Cupom KTO para dar os seus palpites.
Após o título da Itália, Espanha (2010), Alemanha (2014) e França (2018) também sagraram-se campeãs. Nunca antes um continente havia conseguido uma sequência de títulos tão expressiva. Na verdade, ao longo da história da Copa do Mundo, sempre houve uma alternância de campeões entre América do Sul e Europa.
Se uma edição era vencida por uma seleção sul-americana, a outra, invariavelmente, ficava com uma europeia – e vice-versa. Essa regra só foi quebrada em duas ocasiões, quando a mesma seleção conquistou o título duas vezes consecutivas. A primeira delas foi com a Itália (1934/1938) e a segunda com o Brasil (195/1962).
Portanto, essa hegemonia europeia é um fenômeno novo e tem muito a ver com o abismo financeiro que existe no futebol dos dois continentes. Todos os melhores jogadores, treinadores e demais profissionais envolvidos com o esporte atuam na Europa. Então, é inevitável que isso fomente uma cultura futebolística avançada, que já conseguiu se distanciar bastante da sul-americana.
De todo modo, Brasil e Argentina sempre podem contar com seus craques, que, aliás, também jogam na Europa. E, no Mundial do Catar, as duas seleções chegam com moral. A Albiceleste é a atual campeã da Copa América, além de ter vencido, recentemente, a Finalíssima, derrotando justamente a última campeã da Eurocopa, a Itália. O jogo terminou 3 a 0 para a Argentina – e poderia ter sido muito mais.
Já o Brasil vem obtendo sucesso no processo de renovação de seus jogadores. A nova geração que surgiu é muito talentosa e já está dando resultados na Europa. Jogadores como Vinícius Jr., Rodrygo, Antony e Raphinha, por exemplo, já são peças importantes em clubes gigantes do Velho Continente e, também, estão conseguindo brilhar com a camisa da seleção.
Dessa forma, tanto o Brasil quanto a Argentina poderão fazer frente às equipes europeias – as casas de apostas colocam França, Alemanha, Espanha, Inglaterra e Portugal entre as favoritas. Como se vê, a disputa será duríssima, e a Copa do Catar deverá ser marcada pelo nivelamento das principais seleções. Uma vitória sul-americana, porém, poderia ajudar a restabelecer o equilíbrio de forças no mundo do futebol.