JERUSALÉM - O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, denunciou neste domingo o "ódio" contra Israel em todo o mundo, na data em que os israelenses iniciam o Dia da Shoah para homenagear os seis milhões de judeus vítimas do genocídio nazista.
"As lições da Shoah não foram aprendidas. O ódio contra os judeus permanece no mundo. O antissemitismo se renova e se amplifica, e o ódio contra os judeus passa a seu Estado e a seu direito de existir", afirmou Netanyahu.
As cerimônias do Dia da Shoah começarão às 20H00 (14H00 de Brasília) com um evento no Instituto Yad Vashem de Jerusalém, destinado ao estudio e recordação do holocausto, com as presenças de Netanyahu, do presidente Shimon Peres e de várias autoridades.
Às 10H00 (4H00 de Brasília) de segunda-feira, os israelenses respeitarão dois minutos de silêncio.
Em Israel vivem 204.000 sobreviventes do holocausto, a maioria octogenários. No ano passado, 12.800 faleceram, segundo o Instituto Brookdale.