Um comunicado do comandante da Força Aérea do Egito, Reda Mohamed, transmitido pelas redes de televisão locais no último domingo, colocou o país sob responsabilidade do comando militar, quase 30 anos após o início do regime autoritário de Hosni Mubarak. O parlamento foi dissolvido e a constituição, suspensa. Uma eleição acontecerá em seis meses.
Apesar de apreciar o apoio popular, os militares terão a descomunal tarefa de mudar o cenário pós-revolução, em um país cuja população sofre com muitas adversidades.
As iniciativas de suspender a carta magna e dissolver o Parlamento, escolhido em uma eleição desleal, já eram esperadas. O comunicado informou que o Conselho Supremo das Forças Armadas cuidará das leis no período de transição e confirmou a criação de um comitê para esboçar emendas constitucionais, prometendo submetê-las a referendo.
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