Agência EFE
BUENOS AIRES - Uma delegação formada por parlamentares e juristas de diferentes países da América viajará à Argentina para acompanhar as eleições presidenciais do próximo domingo.
O grupo de observadores internacionais é formado por 12 especialistas de Chile, El Salvador, Panamá, Paraguai, Peru e República Dominicana e será recebido na quinta-feira pelo defensor público argentino Eduardo Mondino, informaram hoje seus porta-vozes.
O Governo argentino garantiu hoje que as próximas eleições terão transparência depois que partidos da oposição concordaram em fazer um controle conjunto dos resultados para evitar fraudes.
Convidados pelo Governo, 80 especialistas internacionais começaram a chegar nesta quarta à Argentina para fiscalizar o pleito, embora recusem a categoria de observadores.
A delegação será chefiada por Roberto Cuellar, do Instituto Internacional de Direitos Humanos, além de Sofía Vincenzi e Olga Ugalde, do Centro de Assessoria e Promoção Eleitoral.
Os integrantes do grupo serão Luis Luengo Escalona (Chile), Carlos Araújo Morales, Julio Díaz (El Salvador), Lourdes González Mendoza (Panamá), Miryam Cristaldo Ljubetic, Ricardo Medina (Paraguai), Enrique Mendoza Ramírez (Peru), Julio Castanhos Guzmán e Eddy Olivares Ortega (República Dominicana).
"Na maioria são integrantes dos tribunais eleitorais de seus respectivos países', explicou o defensor público. Mondino lembrou que o ano passado ele mesmo participou 'do processo de fiscalização das eleições presidenciais na Nicarágua'.
Nos últimos meses, alguns candidatos da oposição pediram a presença de observadores internacionais da Organização dos Estados Americanos (OEA), mas a entidade esclareceu que só envia observadores se os Governos pedem.