G8 busca laços mais fortes com emergentes de peso como Brasil

REUTERS

HEILIGENDAMM - Líderes do G8 afirmaram nesta quinta-feira que desejam uma política de cooperação mais sólida com a China e outros países emergentes que têm impacto na economia mundial, como Brasil e Índia.

Líderes dos Estados Unidos, Alemanha, Japão, Grã-Bretanha, França, Itália, Canadá e Rússia afirmaram que o grupo dos países mais desenvolvidos não pode mais definir a política econômica mundial sem envolver com mais frequência nações como China, Índia e Brasil.

- Tanto os países do G8 quanto as maiores economias emergentes têm a oportunidade de definir uma nova parceira que trate dos desafios econômicos globais - afirmaram os representantes do grupo de nações industrializadas, reunidos na Alemanha.

- Soluções comuns precisam ser desenvolvidas.

O G8 passou para a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) a tarefa de mediar essas relações. A OCDE, com sede em Paris, reúne 30 países ricos que promovem práticas de economia de mercado, incluindo os membros do G8.

A China, que só começou a abrir a economia no final da década de 1970, sob o governo de Deng Xiaoping, já é a quarta maior economia do mundo.

Lideranças da China, Índia, Brasil, México e África do Sul participarão na sexta-feira de uma rodada de negociações com o G8. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparecerá.