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Refém colombiano morre em combates entre militares e ELN

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Agência EFE

COLÔMBIA - O engenheiro colombiano Mauricio Vives, irmão de um congressista e seqüestrado em 2005 no norte do país, morreu em combates entre militares e guerrilheiros do Exército de Libertação Nacional (ELN), e foi enterrado como um suposto rebelde, informaram nesta segunda-feira fontes militares.

Vives morreu no dia 22 de maio, em Palomino, informou a Segunda Brigada do Exército Nacional. O comunicado esclareceu que a operação não era de resgate de reféns.

- O que se antecipava era uma operação de caráter ofensivo - acrescentou a fonte.

O engenheiro era irmão do senador Luis Eduardo Vives, um dos oito congressistas colombianos presos por supostos vínculos com a organização paramilitar Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC). Ele tinha sido seqüestrado em 8 de novembro de 2005, em Riohacha.

Parentes de Vives se comunicaram nesta segunda-feira com a Primeira Divisão do Exército. - Eles visitaram a sede da Procuradoria Geral em Santa Marta, onde uma vez observadas as fotografias do morto confirmam que efetivamente corresponde a Mauricio Ernesto Vives Lacouture - acrescentou a brigada militar.

- O Comando da Segunda Brigada lamenta profundamente o caso e deixa claro que em nenhum momento teve conhecimento da presença do senhor Vives Lacouture no local - disse a unidade militar. - As tropas confiscaram material de guerra, explosivos e intendência pertencente ao grupo terrorista no local do combate - acrescentou.