Agência EFE
SEUL - O presidente do grupo sul-coreano Hanwha e um dos homens mais ricos do país, Kim Seung-hyum, fechou um acordo extrajudicial com os empregados de um bar que ele agrediu em represália pela surra que deram em seu filho, informou nesta terça-feira a agência sul-coreana Yonhap.
Uma fonte judicial informou que, apesar do acordo, a promotoria manterá o processo de Kim, acusado de contratar um grupo de homens para agredir os empregados de um bar de Seul.
No início de maio um tribunal de Seul mandou deter o empresário, presidente de um dos principais conglomerados empresariais da Coréia do Sul.
Os advogados não informaram o valor da indenização. Mas o acusado depositou anteriormente no tribunal 15 milhões de wons (US$ 16 mil) para cada vítima para reparar os danos causados.
Aparentemente, seu filho Jae-won, de 22 anos, sofreu um ferimento num olho e recebeu vários pontos após uma violenta briga com os funcionários do bar.
O grupo Hanwha, criado em 1952, reúne empresas produtoras de explosivos, farmacêuticas e financeiras, além de uma equipe de beisebol.