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Paris apóia Governo libanês para restaurar ordem, mas reconhece riscos

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Agência EFE

PARIS - O Governo francês, através dos ministros de Exteriores e de Defesa, expressou nesta segunda-feira seu apoio ao Executivo libanês para a restauração da ordem, mas reconheceu a existência de riscos para a estabilidade.

O ministro de Exteriores francês, Bernard Kouchner, conversou com o primeiro-ministro libanês, Fouad Siniora, a quem mostrou sua solidariedade e com quem falou da situação em Trípoli, informou nesta segunda-feira o ministério em comunicado.

Os combates nessa zona do país entre extremistas islâmicos e o Exército regular libanês causaram a morte neste domingo de 44 combatentes e dois civis.

Kouchner condenou o atentado da noite passada em um centro comercial de Beirute e ressaltou a importância de que o Líbano seja "independente, estável e soberano'.

A França conta com um contingente de 1.600 soldados dentro da Força Interina da ONU no Líbano (Finul).

O ministro da Defesa, Hervé Morin, falou hoje à imprensa sobre a situação de 'risco permanente' em relação ao Líbano, onde as "condições de desequilíbrio' podem piorar a qualquer momento.