Agência EFE
ROMA - O fotógrafo italiano Fabrizio Corona foi detido hoje em Milão junto a outras 17 pessoas por sua suposta implicação em uma rede de chantagem a pessoas famosas e na exploração da prostituição.
Os detidos são suspeitos de crimes que vão desde a exploração da prostituição à extorsão e também estão relacionados com o tráfico e uso de drogas, segundo a acusação citada pela imprensa local.
No centro da investigação se encontra uma organização criada pelo famoso agente de personagens de televisão e do espetáculo da Itália, Lele Mora, que foi proibido de deixar o país.
Corona e Mora são investigados por formação de quadrilha com fins de extorsão de pessoas famosas, ao pedirem dinheiro em troca dos negativos de fotografias que podiam colocar em jogo suas carreiras ou famílias.
Os investigadores da Promotoria de Potenza (sul) reconstruíram uma rede de exploração da prostituição, tráfico de drogas e reciclagem de dinheiro.
A investigação sobre a suposta rede que pedia dinheiro a famosos para deter a publicação de fotografias comprometedoras explodiu na imprensa em dezembro do ano passado, mas naquele momento a Promotoria não confirmou sua existência.