Agência EFE
JERUSALÉM - A ministra de Relações Exteriores e atual titular do Ministério da Justiça israelense, Tzipi Livni, pediu que o presidente de Israel, Moshé Katsav, renuncie ao cargo, depois do anúncio da Procuradoria Geral de que pode processá-lo por crimes sexuais.
Livni assumiu provisoriamente o cargo de ministra da Justiça depois que o ex-titular, Haim Ramon, também foi afastado por ter assediado sexualmente uma jovem.
Katsav, suspeito de crimes sexuais contra quatro mulheres, entre eles estupro, pode ser condenado a 16 anos de prisão, pena máxima prevista na lei do país.
Outra ministra do Governo do primeiro-ministro Ehud Olmert, a de Educação, Yuli Tamir, também pediu a renúncia do presidente.