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Grã-Bretanha reabre inquérito formal sobre morte de Diana

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REUTERS

LONDRES - A juíza que preside as investigações oficiais sobre a morte da princesa Diana e de seu amante, Dodi al Fayed, em 1997, decidiu nesta segunda-feira que representantes da família real não farão parte de qualquer júri que possa vir a analisar a morte do casal. Pelo fato de Diana ser membro da família real na época em que morreu, a convenção reza que qualquer júri que analisasse sua morte seria composto de membros da família real ou pessoas ligadas a ela.

Mas, numa audiência preliminar sobre os inquéritos judiciais que irão determinar oficialmente como o casal morreu, a juíza Elizabeth Butler-Sloss disse que isso seria impróprio. Nos dez anos passados desde o acidente, várias teorias conspiratórias surgiram, sugerindo que o casal teria sido assassinado porque seu relacionamento causava constrangimento à família real britânica.

Há três semanas uma investigação policial britânica concluiu que o desastre de carro em Paris que levou o casal à morte foi fruto de um acidente e que Dodi e Diana não foram vítimas de uma conspiração assassina.