EFE
PEQUIM - Grupos de representantes dos Estados Unidos e da Coréia do Norte que analisam as sanções econômicas de Washington cuja retirada Pyongyang exige para retomar o diálogo sobre seu programa nuclear reuniram-se nesta quarta-feira por cinco horas em Pequim, sem a divulgação de resultados concretos.
- O ambiente foi de trabalho e prático - disse Daniel Glaser, assistente do subsecretário americano do Tesouro para o financiamento do terrorismo, após sua reunião com o presidente do Banco de Comércio Exterior da Coréia do Norte, Oh Kwang-chul.
Glaser destacou que os dois grupos financeiros que trabalham paralelamente às delegações políticas dos seis países participantes do diálogo sobre a crise nuclear norte-coreana (as duas Coréias, China, Estados Unidos, Japão e Rússia) podem se reunir em janeiro em Nova York.
Ainda são necessárias mais reuniões para chegar a um acordo sobre a retirada das sanções econômicas ao regime norte-coreano, visando ao progresso no diálogo para uma península coreana livre de armas nucleares, afirmou Glaser, que anunciou ainda que voltará em breve aos Estados Unidos.
Sem informação oficial, tudo parece indicar que a atual reunião em Pequim terminará antes do Natal.