EFE
MADRI - O Governo espanhol anunciou nesta quarta-feira que não ampliará o plano de emergência iniciado em relação à interrupção de atividades da espanhola Air Madrid, que termina amanhã, e acrescentou que, ao retirar a licença da companhia
aérea, "tivemos que preferir a segurança à popularidade".
A ministra do Fomento espanhola, Magdalena Álvarez, disse em entrevista coletiva que, com este plano - ativado por seu ministério para passageiros que tinham que voar com a Air Madrid -, foi resolvido o problema de cerca de 4 mil pessoas pessoas, fundamentalmente com destino ou origem na América Latina.
Esta operação centrou-se nos passageiros que tinham passagens de volta ou que apresentavam circunstâncias especiais, e que faziam parte da lista de espera em poder do Ministério do Fomento
A ministra espanhola foi muito clara ao afirmar que "não somos uma agência de viagens, nem estamos para pagar as férias dos espanhóis ou de cidadãos de outros países, e agimos desta forma por razões humanitárias".
Até o momento, é possível dar transporte a cerca de 4 mil pessoas, 20% das que se consideram afetadas, que seriam cerca de 20 mil, segundo o Ministério do Fomento. A companhia informa de até 120 mil passageiros afetados em aeroportos da América Latina.