Eles são os guarda-costas de quem já entra em campo hostilizado por milhares de pessoas, mesmo antes de a bola rolar: os árbitros de futebol. E o que não faltam são histórias. Algumas curiosas, outras dramáticas.
Integrantes do Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe), o sargento David e os soldados Tayguara e Branco, integram o grupo de seis policiais que dão segurança a árbitros e bandeirinhas nos estádios do Rio, mas que acabam virando alvo da ira de torcedores mais exaltados.
– A gente entra em campo protegendo os árbitros e olhando para a torcida. Uma vez jogaram até uma bola de sinuca. Se pega num de nós poderia até matar – conta o sargento David Rocha dos Santos, 39 anos, que chefia o grupo.