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Flu é bicampeão da Taça Brasil de pólo aquático masculino

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Agência JB

RIO - O Fluminense conquistou o título da 3ª Taça Brasil de pólo aquático masculino, ao vencer o Pinheiros na final, por 5 a 3 (FLU 1 x 1 ECP / 1 x 0 / 2 x 0 / 1 x 2), encerrada neste domingo, no parque aquático Júlio de Lamare, complexo esportivo do Maracanã, palco da modalidade nos XV Jogos Pan-Americanos Rio-2007. Os gols da decisão foram de César Queiroz (2), André Raposo, Roberto Seabra e George Chaia, para o Fluminense; e Daniel Mameri (2) e Rafael Shoel para o Pinheiros.

Como o Tricolor das Laranjeiras foi o campeão da última edição da competição, em 2005 (no ano passado só teve Taças Brasil regionais), o título é de bicampeão. Na primeira edição, em 2004, deu Pinheiros. O Fluminense teve ainda o artilheiro do campeonato, seu capitão Beto Seabra, com 23 gols, e o goleiro menos vazado, Marcelinho Chagas, com 17 gols. Ambos estão no grupo da Seleção Brasileira que treina visando o Pan.

Na decisão ainda estavam outros jogadores da equipe brasileiras: Quito e Rodrigo Prujanski dos Santos, o Shalon, pelo Fluminense; e Mameri, Emílio Vieira, Erik Seegerer, Marcelo Franco, Fábio Chidiquimo e os goleiros André Cordeiro e Luis Maurício dos Santos, pelo Pinheiros.

- Estou com um grupo que não precisa mais provar nada pra ninguém. Desde 1995 os dois primeiros anos pelo Botafogo que estamos disputando finais e conquistando títulos anualmente. Todos estão treinando forte, alguns inclusive pela Seleção, sacrificando trabalho e estudo. Nossa maior deficiência foi corrigida agora. Estávamos sem jogadores de centro, precisando improvisar. Mas este ano coincidiu de ganharmos o Rafael Murad, que saiu do Flamengo, e termos de volta o George Chaia, ex-Seleção Brasileira, que havia parado de jogar. Ganhamos de um time fortíssimo, que simplesmente é a base da Seleção, o que enaltece ainda mais nossa conquista disse Carlos Carvalho, técnico do Fluminense, ex-treinador da Seleção Brasileira.

Já o melhor goleiro da Taça Brasil, Marcelo Chagas, resumiu sua atuação na final, em que fechou o gol tricolor e teve a ajuda da trave em quase 20 arremessos.

O goleiro que trabalha, treina bastante, acaba contando com a sorte de ter as traves como aliadas disse Marcelinho.