Com time reserva, Botafogo empata com o Nova Iguaçu no Carioca

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Por ESPORTES JB com FogãoNet

O Botafogo foi operado pela arbitragem

Operado pela arbitragem, o Botafogo ficou no 0 a 0 com o Nova Iguaçu, nesta quarta-feira, no Luso-Brasileiro. Rafael Martins de Sá não expulso Ícaro, parou uma jogada de gol do Alvinegro ao inventar toque de mão de Patrick de Paula e não deu pênalti claro em Matheus Nascimento. Uma atuação pavorosa no Campeonato Carioca da Ferj.

O primeiro tempo foi lento e amarrado. O time reserva do Botafogo até começou bem, mas caiu bastante de produção após a saída de Carlos Alberto, por lesão. O atacante levou um carrinho criminoso de Ícaro, que recebeu cartão amarelo, mas deveria ser expulso, aos 21. Ele deu lugar a Luis Henrique.

E o jogo? Muito pouco rolou. Apenas uma finalização de Matheus Nascimento defendida por Max e duas cabeçadas de Philipe Sampaio para fora. O Nova Iguaçu arriscou apenas em escanteios e em um chute de Bruninho espalmado por Douglas Borges, aos 41.

Além disso, houve uma primeira polêmica de arbitragem, pouco reclamada. Patrick de Paula ganhou bola no ataque com o peito, o árbitro deu mão, na sequência Carlos Alberto mandou para a rede. Poderia ser gol, mas a jogo já estava paralisado.

Na etapa final o jogo animou. Primeiro com o Nova Iguaçu assustando, em cruzamento rasteiro de Léo Fernandes que Nathan quase chegou. Depois, o Botafogo foi garfado pela arbitragem de forma grotesca. Matheus Nascimento recebeu na área, colocou na frente e foi claramente derrubado quando sairia na cara do gol. O árbitro, não se sabe como, não marcou o pênalti.

Luís Castro apostou suas fichas em colocar quatro titulares de uma vez: Marçal, Gabriel Pires, Tiquinho Soares e Victor Sá. Mas foi Gustavo Sauer quem levou perigo, em bela finalização que parou na trave, aos 15.

O Botafogo tinha duas alternativas principais. Jogadas pela esquerda de Victor Sá com finalização, duas quase terminaram em gol. E cabeçadas de Philipe Sampaio, que ganhou mais duas pelo alto e esteve perto de marcar.

No fim, o Nova Iguaçu teve gol de Léo Índio bem anulado por impedimento e houve uma última chance para o Botafogo. Victor Sá foi ao fundo e rolou para trás, só que Daniel Borges bateu mal. Como o árbitro deu apenas míseros cinco minutos de acréscimos, ficou mesmo no 0 a 0.