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Flu deve atuar com três zagueiros

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Até a paralisação para a Copa do Mundo, quando Abel Braga deixou o clube, qualquer formação do Fluminense contava com três zagueiros. A escolha do ex-técnico para melhorar o desempenho defensivo da equipe, crítico em 2017, não prosseguiu com Marcelo Oliveira, que costuma variar entre 4-4-2, 4-2-3-1 e 4-3-3.

Em três ocasiões, no entanto, o técnico optou por resgatar o esquema de Abel, sempre fora de casa, e não sofreu gol. Depois de vencer o Defensor e de empatar com o América-MG, o Flu foi a Quito com três zagueiros e derrotou o Deportivo Cuenca por 2 a 0.

“Uma equipe não pode jogar só no contra-ataque, mas é uma arma muito poderosa num jogo como esse. Colocamos três zagueiros porque sabíamos que teria muita bola levantada na área, e também para usufruir disso nas bolas paradas ofensivas. Deu certo, defendemos muito bem e soubemos cirurgicamente fazer os gols”, analisou Marcelo Oliveira depois do triunfo no Equador.

O bom desempenho com Ibañez, Gum e Digão pode levar o técnico a manter a formação na visita à Chapecoense, na próxima segunda-feira. Um resultado favorável diante de um time da zona de rebaixamento é fundamental para se distanciar ainda mais do risco de queda.

Outra dúvida que Marcelo Oliveira carrega é no ataque. Luciano e Kayke brigam pela vaga ao lado de Sornoza e de Everaldo no setor ofensivo da equipe.

Na primeira vez em que iniciou como atacante, Luciano deu assistência para Everaldo e marcou o segundo gol tricolor. Antes, já havia marcado contra o Atlético-PR assim que passou a atuar como homem de área. De volta à equipe depois da ausência na Sul-Americana, na qual não pôde ser inscrito, Kayke dificilmente estará entre os titulares.



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