Cearley aponta que a necessidade em criar oportunidades dentro de suas áreas fez com que houvesse uma evolução natural nos modelos de entrega e na forma de consumir os serviços. "Por isso a necessidade de experimentação para aprimoramento dos modelos", completa.
Apesar do notável avanço, muitas companhias questionam se esta virtualização da informação é segura para os negócios. "A virtualização não vai destruir tudo o que já foi feito. Se analisarmos esta tecnologia, ela permite que você tire vantagens dos serviços. Segurança dos dados continua sendo um desafio no desenvolvimento tecnológico, mas o avanço de plataformas de alta performance e dispositivos móveis dentro das nuvens nos permite não só criar mecanismos para conter o fluxo de acesso mas também ampliar a capacidade de armazenamento dos mesmos", afirma Yvonne Genovese, analista emérita do Gartner.
De acordo com as informações divulgadas nesta terça-feira, em simpósio realizado pela primeira vez pelo Gartner, em São Paulo, há três correntes paralelas principais em que as corporações que utilizam serviços de TI estão se baseando para introduzir com maior eficácia as novas tecnologias dentro da nuvem: o consumo de serviços, a implementação de ambientes computacionais e o desenvolvimento de aplicativos e soluções.
"Estas três formas contribuem com o corte de custos e entregam inovação ao processo produtivo", afirma Yvonne Genovese, analista emérita da Gartner.
Quando os analistas foram questionados sobre o mercado brasileiro, Donald Feinberg, vice-presidente e analista emérito do Gartner destacou que o País está em evidência no mundo dada a capacidade de crescimento da sua economia mesmo em um período de crise, "por isso o Gartner decidiu trazer seu principal evento a São Paulo".
(Sérgio Vieira - Agência IN)