Fortaleza testa pagamentos com cartões "sem contato"

S O PAULO, 24 de agosto de 2010 - Cerca de mil estabelecimentos comerciais de Fortaleza e de outras cidades do Estado do Ceará já recebem pagamento com cartões sem contato, ou seja, somente com a aproximação do cartão a uma máquina captadora de transações (padrão NFC Near Field Comunication). Este é o resultado dos primeiros seis meses de atuação comercial da Libercard, primeira rede de pagamentos com cartões sem contato da América Latina, que conta com a parceria da IntelCav, uma das maiores fabricantes de cartões do Brasil e fornecedora de tecnologia para os segmentos bancário, de transporte, telecom, autenticação, identificação, certificação digital e serviços.

O presidente da IntelCav, Fernando Castejon, comenta que o projeto da Libercard é uma demonstração prática do tipo de operação que será uma tendência no mercado de meios eletrônicos de pagamento num futuro próximo. "A IntelCav valoriza esta parceria porque ela confirma a tradição da empresa de sempre estar ao lado do pioneirismo e da inovação", diz

A Libercard chegou ao final de julho com 161 mil cartões em circulação. Eles realizam 120 mil transações por mês e movimentam cerca de R$ 5,3 milhões somente em compras, ou seja, sem considerar o uso destes plásticos na operação do transporte coletivo.

Segundo a sócia-diretora da Libercad, Junia Moreira da Fonseca, esta base de 161 mil cartões ativos representa a migração de apenas 9,4% de toda a base de bilhetagem eletrônica das cidades onde a empresa mantém parcerias para o cartão múltiplo Libercard. Ela está presente em Fortaleza e em 22 outras cidades da região metropolitana da capital cearense e na região do Cariri, que englobam Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, dentre outras.

"Nossa meta é concluir a migração de 25% da base de transporte até o final do ano para o cartão Múltiplo Libercard, triplicando nossa carteira atual. Além disso, há uma expectativa de crescimento ainda maior devido a novos produtos e da expansão das parcerias para outras regiões e Estados", afirma Junia.

(Redação - Agência IN)