"A forte mudança na expectativa se deve a uma correção na taxa do grupo Habitação e ao aumento da previsão para os gastos com Alimentação. Além disso, o IPC-Fipe já acumula (de janeiro a maio) inflação de 2,82%, o que leva a crer que até o final de 2008 o índice esteja maior que 4,5%", disse o economista.
Nakane explica que um erro levou a entidade a acreditar que o grupo Habitação iria terminar este ano com uma variação positiva de 1,5%, entretanto, a taxa foi corrigida para 4,5%. Já as despesas com Alimentação podem acumular alta de 11%, ante projeção de 9%.
Outros grupos tiveram suas taxas de variação revistos para o final de 2008: Transportes (de 5% para 4,2%), Saúde (de 6,2% par 5,8%), Vestuário (de 0% para 2%). Educação e Despesas Pessoais permaneceram com as mesmas projeções: 5,5% e 4,8%, respectivamente.
(Vanessa Stecanella - InvestNews)