A unidade, que ainda está em análise e deverá ser construída no Espírito Santo, terá sua energia comercializada no leilão A-5 a ser realizado no próximo mês de julho. Segundo a Energias do Brasil, a capacidade da térmica deverá ser de 480 a 500 megawatts (MW).
Para viabilizar o projeto, no entanto, a companhia precisará se assegurar que haverá gás natural suficiente para colocar a unidade em operação. Este ponto está sendo discutido com a Petrobrás, mas a Energias do Brasil não descarta a possibilidade de adotar um plano B para uma eventual falta do insumo.
Uma das opções seria importar gás natural da estatal argelina Sonatrach, segunda maior exportadora mundial de gás natural liquefeito (GNL) e uma das acionistas da Energias de Portugal (EDP), com aproximadamente 2% de participação. Em outubro passado, a EDP firmou um acordo de compra de gás natural junto à Sonatrach.
(André Magnabosco - InvestNews)