No caso da região Centro-Oeste apenas a participação do Mato Grosso do Sul (-0,1%) caiu em 2002. Já os estados de Mato Grosso (0,1%), Goiás (0,2%) e Distrito Federal (1,1%) cresceram suas participações. O DF foi a que mais avançou: de 2,7% para 3,8% do PIB.
No Norte, Pará, Rondônia e Amazonas tiveram queda nas participações (-0,2%, -0,1% e -0,4%, respectivamente ), enquanto Acre (0,03%), Roraima (0,05%), Amapá (0,01%) e Tocantins (0,12%, o maior crescimento ) houve ganho.
Na região Nordeste, Maranhão (0,2%), Piauí (0,04%), Ceará (0,16%) e Alagoas (0,1%) melhoram suas participações em relação à série anterior. Já Rio Grande do Norte (-0,04%), Paraíba (-0,2%), Sergipe (-0,07%), Pernambuco (-0,3%) e Bahia (-0,5%) apresentaram recuo.
No Sudeste, São Paulo avançou de 32,6% para 34,6% em 2004, entretanto, mostra uma tendência de queda registrada na série anterior, refletindo a nova estrutura econômica brasileira, onde os setores produtores de bens têm queda de participação e o setor de serviços mostra uma maior predominância. A participação do Rio de Janeiro caiu 1%. Já o Espírito Santo ficou no mesmo patamar da série anterior, em torno de 1,8%. Minas Gerais teve uma queda de participação em torno de 0,6% (em 2002 de 9,3% para 8,6% no mesmo ano, na série nova).
No Sul, Santa Catarina e Paraná praticamente mantiveram as mesmas participações no PIB. Já o Rio Grande do Sul perdeu, na comparação, em torno de 1%.
As Contas Regionais de 2005 anunciadas hoje, em parceria com os governos estaduais e a Suframa, replicaram em nível regional as grandes mudanças nas Contas Nacionais divulgadas em março e novembro de 2007. A principal revisão de procedimentos foi à introdução dos dados provenientes das pesquisas estruturais anuais do IBGE ( PIA , PAC, PAS e PAIC) no cálculo do PIB dos estados.
(Redação - InvestNews)