Ontem, após o fechamento, o BC norte-americano anunciou que espera expansão econômica entre 1,8% e 2,5% no próximo ano, abaixo das projeções anteriores de 2,5% e 2,75%. A notícia, negativa, é considerada por uma parcela mais otimista dos analistas uma abertura de espaço para novos reduções na taxa básica de juros, fixada em 4,5% ao ano.
No noticiário de hoje, os pedidos por seguro-desemprego nos EUA recuaram em 11 mil, para 330 mil na semana passada. No mercado imobiliário, o volume de solicitações por hipotecas caíram 3,6% na última semana.
Por aqui, influenciada pelo pessimismo que tomou conta dos mercados acionários nesta quarta-feira, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou a sessão em forte queda de 2,81%, aos 60.582 pontos. O índice chegou a testar os 59 mil pontos, mas retornou ao patamar de 60 mil pontos. O giro financeiro foi de R$ 6,66 bilhões.
Já a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) as projeções de juros dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DI) fecharam em queda, após sinalizarem avanço durante toda manhã. O DI com vencimento em janeiro de 2010, o mais líquido apontava juro anual de 11,89%, ante 11,92% do ajuste de segunda-feira.
Ainda internamente, foi divulgado a segunda prévia de novembro do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) que registrou variação positiva de 0,48%, ante 0,86% apurado no mesmo período de outubro. O resultado anunciado nesta manhã pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro.
(Redação - InvestNews)