Para profissionais, mesmo com a continuidade da queda dos juros americanos, o Banco Central brasileiro não mudará mais a taxa de juros básica da economia esse ano. Com estimativas de que a taxa Selic, fixada em 11,25% ao ano, volte a cair somente no segundo trimestre de 2008, o mercado de renda fixa, deve experimentar um período de discretas oscilações e volumes menos expressivos de negócios nos contratos de curto prazo. Segundo operadores, daqui para frente a tendência é de um volume maior de aplicações nos contratos de longo prazo a partir de janeiro de 2009, que são os mais sensíveis ao humor externo. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) as projeções de juros dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) apontaram discretas oscilações. O DI de janeiro de 2010, o mais negociado, apontou taxa de 11,54%, ante 11,53% do ajuste anterior. Este vencimento teve 143,3 mil negócios fechados e giro de R$ 11,3 bilhões.
(Maria de Lourdes Chagas - InvestNews)