A geração de emprego foi mais acentuada nos setores de construção civil, serviços e comércio exterior. No entanto, a indústria amazonense, de acordo com o estudo, tem perdido competitividade no comércio internacional, em especial no que se refere à indústria de itens eletrônicos e de comunicação.
Por outro lado, a indústria extrativa do Pará segue beneficiada pelas exportações com o aumento da demanda por commodities metálicas no mercado internacional.
O crescimento econômico do Nordeste também tem sido beneficiado pela expansão das vendas no varejo, com o aumento do crédito e da renda com transferência de recursos por programas sociais do governo federal.
A região também se beneficou do aumento das exportações entre maio e julho, principalmente de produtos básicos, minério de ferro e manufaturados, além da venda de resina politereftalato de etila (PET) em decorrência da implantação em Pernambuco da maior fábrica mundial desse produto em fevereiro.
No entanto, a produção industrial na região manteve praticamente estável de maio a julho em relação ao período encerrado em abril, apesar de oscilações em alguns segmentos. A produção agrícola também foi afetada pela falta de chuva, com a redução da projeção da safra no Ceará, mantendo a expectiva de expansão para as culturas de soja, milho, algodão e cana-de-açúcar.
(Silvia Regina Rosa - InvestNews)