Segundo fontes do Vaticano, nos últimos dias a ordenação de Li como bispo da diocese mais importante da China era "um bom passo".
Li foi eleito pela Associação Patriótica dos Católicos chineses, aliada ao governo, mas os fiéis chineses declaram que não teriam aceitado a ordenação se esta não tivesse a aprovação do Vaticano.
Li Shan, de 42 anos, vem de uma família de Pequim com longa tradição católica.
O Vaticano e a China não têm relações diplomáticas desde 1951, quando a Nunciatura Apostólica, embaixada da Santa Sé, foi mudada para Taiwan, e ambas as partes reivindicam o direito de nomear bispos.
A Associação Patriótica dos Católicos chineses, que reconhece como máxima autoridade o governo de Pequim e não o Papa, tem 5 milhões de inscritos. Considera-se que os fiéis que aderiram à chamada "igreja clandestina" são aproximadamente o dobro. As informações são da agência de notícias Ansa.
(Redação - InvestNews)