Ao redor do globo, os investidores esperavam que Bernanke desse indicações mais claras sobre o possível corte na taxa de juro dos EUA. Durante o seu pronunciamento, o chairman manteve o foco no tema da apresentação: os desequilíbrios globais. Ele alertou sobre o déficit em conta corrente dos EUA e afirmou que os países devem trabalhar em conjunto para ajustar os movimentos de comércio internacional e investimentos.
De acordo com Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora, a perspectiva de que os Bancos Centrais vão agir para que a crise não contamine a economia real sustenta o viés positivo dos negócios. "O Fed deve cortar o juro na reunião do dia 18 e, conseqüentemente, renovar o fluxo para os países emergentes que se enquadram no padrão de risco", comentou, ressaltando que o Brasil tem recebido comentários a favor de que o País passou ileso pela crise.
(Simone e Silva Bernardino - InvestNews)