Segundo ele, esse conjunto de fatores desfaz eventuais temores sobre a sustentabilidade desse processo. occa realizou um estudo mostrando que, entre 2000 e 2006, a participação de instrumentos do mercado de capitais (debêntures, commercial papers, securitização) como fonte de financiamento das empresas evoluiu de 9,5% para 29,3% do total. Isso sem contar as emissões primárias de ações. Enquanto isso, a fatia dos empréstimos bancários caiu de 61,7% para 51% do total e do mercado internacional despencou de 26% para 7,2%. "Mesmo assim, em padrões internacionais, o uso do mercado para obter recursos ainda é baixo", disse.
Para Rocca, os impactos da recente turbulência internacional sobre o mercado de capitais brasileiro serão limitados e não devem comprometer as perspectivas de crescimento de médio e longo prazos.
(Aluisio Alves - InvestNews)