Apesar disso, o executivo não fez alterações substanciais nas projeções apresentadas hoje a executivos do setor de embalagens. A única correção que Quadros fez em suas projeções foi referente à taxa do câmbio, que deverá ficar acima de R$ 2,00 no final do ano, e não mais entre R$ 1,80 e R$ 1,90.
O PIB brasileiro deverá crescer entre 4% e 4,5% e a taxa de juros deverá chegar ao final do ano entre 10,5% e 11%. Esses resultados, no entanto, dependem dos próximos acontecimento na economia norte-americana e também no Brasil, principalmente com relação à postura do Banco Central em relação à taxa dos juros. "Acredito que o governo reduzirá a Selic em 0,25% na próxima reunião, pois se parar este movimento dará uma demonstração de insegurança", analisou.
(André Magnabosco - InvestNews)