Roberto Chadad, diz que ao tomar conhecimento destas notícias, ficou surpreso e indignado, pois em contatos permanentes com representantes do governo em Brasília: MDIC e CAMEX jamais foi levantado este assunto sobre aumento de matérias-primas importadas e que em momento algum a Entidade a qual representa foi consultada a respeito.
Diante disso, a entidade convocou uma reunião com todas as empresas do setor filiadas e também com representantes de 72 sindicatos que representam o segmento em todo o País, para uma tomada de posição para impedir a repetição de ações como essa. Segundo um comunicado da associação, ´é inadmissível que um setor que gera mais de 1,5 milhão postos de trabalho e contribuí com mais de R$ 21 bilhões por ano para a economia, seja tratado desta maneira´.
(Redação - InvestNews)