A planta, que hoje produz apenas 60 toneladas anuais de poliéster biodegradável, passará a produzir 10 mil toneladas por ano do insumo a partir de 2008, para quando está previsto o início da operação comercial da unidade. A projeção de Ortega é de que o faturamento da unidade, no primeiro ano de operação comercial, chegue a cerca de US$ 50 milhões, sendo que 90% das vendas serão direcionadas ao mercado externo.
Esse percentual, no entanto, poderá ser alterado conforme se acentue o crescimento da demanda interna pela resina, principalmente nos setores de bens de consumo e na agroindústria. 'Entre outras aplicações, estamos providenciando um produto que terá uso veterinário na implantação de progesterona em animais de grande porte', revela o executivo. Caso o crescimento da demanda se confirme, a capacidade de produção deverá ser ampliada, conforme já está previsto no projeto original da unidade.
(André Magnabosco - InvestNews)