Conforme o estudo da PwC, em 2005, o tratamento de resíduos para o co-processamento, movimentou negócios com a redução de custos, da ordem de R$ 115 milhões.
Com o desenvolvimento de uma nova tecnologia, vários tipos de resíduos industriais foram processados e já são utilizados no abastecimento de fornos de cimenteiras, como combustível e na geração de energia elétrica. "O aproveitamento energético, depende da característica do combustível que cada uma das indústrias utiliza" acrescenta Del Bel.
Ainda de acordo com a pesquisa da Abetre, existe, atualmente no Brasil, 39 unidades privadas de co-processamento, que tratam cerca de 700 mil toneladas de resíduos por ano, algumas dentro das próprias unidades.
"Várias plantas foram preparadas para processar resíduos e algumas estão aguardando licença de órgãos ambientais para aumentar sua capacidade e os investimentos", garante o presidente da Abetre.
O executivo destaca que todos os investimentos são privados.
(Ivonéte Dainese - InvestNews)