´Podemos encontrar excelentes fabricantes de componentes na Europa, por exemplo. Precisamos nos preparar para mantermos a competitividade diante dos fabricantes do Exterior´, afirma Ribeiro, que pretende tornar a Giroflex competitiva em relação aos concorrentes estrangeiros em um prazo máximo de dois anos. Ele destaca que, atualmente, o índice de nacionalização na linha produtiva da empresa é superior a 90%.
Devido ao cenário cambial, as pretensões da empresa em ampliar a presença no mercado externo também ficaram em segundo plano. ´Estamos preservando os distribuidores no exterior pois esse é um ativo importante da empresa, mas a exportação para diversos mercados, hoje, já deixou de ser lucrativa´, destaca.
(André Magnabosco - InvestNews)