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Bolívia garante produção adicional para o Mato Grosso

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SÃO PAULO, 25 de maio de 2007 - A empresa boliviana YPFB garantiu nesta sexta-feira que pode produzir gás natural para atender ao pedido brasileiro de elevar a 2,2 milhões de metros cúbicos diários (MMCD).

Segundo a imprensa de La Paz, o Brasil só vai aceitar o reajuste de US$ 1,02, para US$ 4,20 por milhão de BTU (unidade térmica britânica), se o país vizinho aumentar o volume exportado.

O potencial boliviano de produção diária é de "até 40 milhões de metros cúbicos para cumprir todos os nossos compromissos", destinados aos mercados interno, do Brasil e da Argentina, afirmou o presidente da companhia de petróleo da Bolívia, Guillermo Aruquipa.

O Brasil compra cerca de 27 MMCD (Mato Grosso e São Paulo). Já a Argentina, 5 MMCD e o mercado interno, consome de 2 a 3 MMCD, de acordo com dados oficiais.

O novo preço do gás deveria ter entrado em vigor no dia 15 de maio, mas com a exigência brasileira a data foi adiada, porque a YPFB e a Petrobras ainda estão fazendo os acertos técnicos finais.

(Redação com agências internacionais - InvestNews)