Logo mais, por volta das 9h30 o Departamento de Comércio dos EUA apresenta as encomendas por bens duráveis e às 11 horas saem os dados sobre a venda de novas moradias. Na sexta-feira, a Associação Nacional dos Corretores de Imóveis divulga a venda de casas usadas.
Outro fator a pressionar os mercados foi a forte retração nas bolsas asiáticas. Os indicadores deram uma pausa na seqüência de recordes, depois que o ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Alan Greenspan, disse esperar uma contração nos mercados asiáticos. Na Bolsa de Tóquio, o Nikkei perdeu 0,05%. Hong Kong e Xangai recuaram 0,22% e 0,54%, respectivamente.
Os mercados na Europa também operam em território negativo. Em Londres, o FTSE-100 registrava queda de 0,38%, e em Frankfurt, o Xetra-DAX caía 0,43%.
Depois de mais um pregão instável, o Ibovespa registrou o segundo dia consecutivo de queda perdendo o patamar dos 52 mil pontos. O indicador encerrou em baixa de 0,76%, aos 51.813 pontos. Em Wall Street, o Dow Jones caiu 0,11% e a Nasdaq perdeu 0,42%.
Análise gráfica feita pela consultoria UpTrend indica resistências nos 51.800, 51.990, 52.080 e 52.300 pontos. Os suportes à baixa ficam nos 51.680, 51.490, 51.300 e 51.120 pontos.
(EC - InvestNews)