Fortes também quer um plano de carreira para os funcionários do Ministério das Cidades. A medida, complementou, evitaria o êxodo de servidores para outros ministérios que oferecem mais benefícios aos funcionários.
As declarações foram feitas depois de uma audiência pública no Senado. O ministro negou que a deficiência de pessoal e espaço estejam prejudicando o PAC, pois atualmente o ministério ainda define em conjunto com Estados e Municípios os projetos prioritários de cada região.
Os empreendimentos de infra estrutura social e urbana incluídos no PAC receberão investimentos de R$ 170,8 bilhões até 2010, de um total de R$ 503,9 bilhões a serem desembolsados pelo governo e pela iniciativa privada no período. Entre outras obras, constam da área de infra estrutura social e urbana projetos de habitação e saneamento, de responsabilidade das Cidades. O ministério tem orçamento de R$ 2 bilhões neste ano.
(Fernando Exman - InvestNews)