A informação sobre o quase acidente foi dada nesta terça-feira (22) pelo presidente da Associação Brasileira dos Controladores de Tráfego Aéreo, sargento Wellington Rodrigues, em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Crise Aérea.
A nota diz, no entanto, que o diretor do Departamento de Controle do espaço Aéreo (Decea), major-brigadeiro Ramon Borges Cardoso, ao mandar verificar os registros no Controle de Aproximação (APP) e na Torre -TWR, do Cindacta 1 , ´tomando por base a aproximação de aeronaves de qualquer tipo´, constatou duas ocorrências no Controle de Aproximação de Brasília, uma no dia 5 outra no de 11 maio.
Segundo a nota, ´no dia 5 de maio ocorreu uma aproximação entre uma aeronave comercial e um avião-laboratório da Força Aérea Brasileira (FAB)´. A Aeronáutica, no entanto, diz que o avião da FAB mantinha contato visual com o jato comercial ´não representando qualquer perigo´.
Já no dia 11, a aproximação vertical de 200 metros entre um airbus de grande porte e um Sêneca, de pequeno porte, teria sido ocasionada por ´uma falha de controle em garantir a separação vertical prevista de 300 metros nesse setor´.
(Redação - InvestNews)