SÃO PAULO, 23 de maio de 2007 - O cronograma das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e dos leilões de energia não deve ser alterado com a saída de Silas Rondeau do Ministério de Minas e Energia, segundo o diretor executivo da Associação Brasileira das Grandes Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate), César de Barros Pinto.
Para ele, o governo deve indicar o novo ministro com o mesmo perfil técnico de Rondeau. Já sobre os impasses com relação às obras do PAC referentes ao Complexo do Rio Madeira, Barros afirma que se não foram viabilizadas logo, o governo terá que criar um plano B. "O governo deve pensar numa alternativa para garantir o fornecimento de energia para 2011. No entanto, a opção por outras fontes de geração deve ter impacto no preço de energia", diz.
(Silvia Regina Rosa - InvestNews)