Segundo nota da Secretaria da Habitação de São Paulo, a queda reflete a ação do programa "Sempre em Dia", que reduziu os juros das prestações em atraso de 12,5% para 3% ao ano e permitiu o parcelamento do débito com recursos próprios ou utilizando o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que também pode ser empregado na quitação do saldo devedor. Além disso, o mutuário que quitar a dívida tem isenção total dos juros e da correção monetária.
Em março, a CDHU também atingiu a maior arrecadação mensal da sua história, com R$ 25 milhões recebidos de uma carteira de 287 mil mutuários. Desse total, mais de 39 mil estavam em atraso havia mais de um ano, o que significa uma recuperação de crédito inédita em apenas um mês. Tudo isso também é reflexo das ações que a empresa vem implantando.
(Redação - InvestNews)