Nas novas emissões, o prazo teve elevação de 35,52 meses observados em março para 43,11 meses em abril.
Já a parcela da dívida interna com vencimento em até 12 meses aumentou de 35,03% para 36,17%. Enquanto a participação dos papéis de curto prazo caiu ligeiramente, o peso dos títulos de longo vencimento subiu de 9,78% para 10,40% da dívida.
Já a vida média - indicador que mede o período entre o mês atual e vencimento dos papéis - subiu de 47,62 meses para 48,99 meses. O indicador é diferente do prazo médio, que leva em conta todo o prazo do papel - desde o momento de lançamento até o vencimento. Já a vida média leva em conta apenas o período corrente - do momento atual até a liquidação do papel.
(Fernando Nakagawa - InvestNews)