Em audiências de fiscalização realizadas na cidade, líderes comunitários ameaçaram invadir o canteiro de obras da empresa e até colocar fogo em caminhões, caso o projeto não seja paralisado por meios legais.
De acordo com o procurador da República no Pará, Daniel César Azeredo, este é um dos argumentos que constam na recomendação encaminhada à Secretaria. Outra denúncia, informou o procurador, é a de que a população de Juruti acusa a empresa Alcoa de contaminar a água que abastece a cidade, onde vivem cerca de 9 mil pessoas.
Azeredo listou os impactos sociais que as obras têm causado aos moradores da região: "A prefeitura apresentou pessoas vivendo do lixão da cidade devido ao alto fluxo de migração das comunidades vizinhas, em busca de emprego; o aumento no número de casos de prostituição e de aborto infantil; o caos na segurança pública, fato até então desconhecido naquela região; e as vias urbanas deterioradas por causa da passagem dos caminhões".
As informações são da Agência Brasil.
(Redação - InvestNews)