"Apenas os países da América Latina poderão ser sócios, e cada um terá apenas um voto, não importa o dinheiro que depositem na entidade", explicou Bergen, após um encontro entre os ministros de Relações Exteriores, Economia e Fazenda dos países interessados na criação do Banco.
Representantes de Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Equador e Venezuela discutiram em Assunção, capital paraguaia, os termos de criação do Banco do Sul, em busca de "uma alternativa forte" ao FMI (Fundo Monetário Internacional), BIRD (Banco Mundial) e BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
A capitalização para formar o Banco do Sul será definida futuramente. "Para nós, é importante o acordo para que os países sócios sejam membros com direitos iguais, mesmo sendo menores, como o Paraguai", explicou Bergen.
"Este é um gesto muito importante dos maiores países da América do Sul. Um sinal claro de que queremos mais união, de que queremos trabalhar mais e ouvir mais. Então, isso gera muito otimismo entre os países menores", disse o ministro paraguaio.
(Redação com agências internacionais - InvestNews)