Segundo o presidente, o grande foco dos produtores de álcool ainda é o mercado brasileiro. Ele diz que isso se deve ao número grande de automóveis bicombustíveis no País.
Carvalho diz, no entanto, que a Petrobras é mais eficiente para vender a sua parte de gasolina do que o setor sucroalcooleiro para vender o etanol. Outro problema do setor, segundo o presidente, é o fato de que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é desigual nos estados brasileiros.
No que se refere à exportação, ele prevê que antes de 2009 os Estados Unidos não irão discutir a mudança na tarifação do etanol brasileiro. Carvalho afirmou também que a Europa representará uma grande demanda por álcool, mas a indústria local precisa ganhar fôlego antes que a entrada do etanol brasileiro se torne forte.
As informações são do Portal de Agronegócios do Banco do Brasil
(Redação - InvestNews)