Segundo Miguel Jorge, a indústria brasileira tem condições de superar essa fase. Ele acredita que o dólar baixo não é um desestímulo às exportações. "O estímulo às exportações depende muito mais de uma questão de competitividade", disse referindo-se a questão de competição desleal imposta no mercado global pelos produtos piratas.
Perguntado sobre a possibilidade de alguns setores padecerem com o dólar baixo, o ministro foi enfático: "O problema não é o câmbio, é muito mais uma questão de modernização. As empresas que não estiverem preparadas para competir no mercado externo vão morrer, independentemente das ações do governo".
O ministro participou hoje de almoço com empresários e representantes da indústria na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
(Vanessa Stecanella - InvestNews)