"Do ponto de vista macroeconômico, o câmbio não está fora de lugar. Com os resultados que vêm tendo a balança comercial e também com o superávit em conta-corrente, não é possível falar em desequilíbrio do câmbio", disse.
Ontem, pela primeira vez desde janeiro de 2001, o dólar fechou abaixo dos R$ 2,00. Embora ainda continue havendo esforços do Banco Central para a compra da divisa, hoje já é o quarto dia consecutivo de queda da moeda norte-americana frente à brasileira. O dólar comercial encerrou a manhã com recuo de 0,76%, para R$ 1,965 na compra e R$ 1,966 na venda.
Com a atuação do BC e conseqüente aumento de reservas internacionais e melhora dos indicadores econômicos do Brasil, Schwartsman afirmou ainda esperar que no primeiro semestre de 2008 o País seja elevado para o nível de grau de investimento na avaliação das agências de rating. "Pelo andar da carroagem podemos ter esse reconhecimento já no início do ano que vem", afirmou.
(Simone Cavalcanti - InvestNews)