Quem teve o título cancelado, pode procurar o cartório eleitoral e pedir a regularização do documento. É preciso justificar a ausência e pagar multa, que pode chegar a R$ 3,51 por turno que o eleitor deixou de votar. Estava em situação irregular quem não votou nas três últimas eleições: referendo do desarmamento em 2005 e 1º e 2º turno das eleições de 2006.
O eleitor que não regularizar o documento não conseguirá, por exemplo, tirar documento de identidade ou passaporte, renovar matrícula em escola pública ou inscrever-se em concurso público.
Os dados divulgados pela assessoria do TSE mostram que os maiores colégios eleitores do país foram também os estados que registraram o maior número de cancelamentos. Em primeiro lugar vem São Paulo, com 324.351, o que representa 19,77% do total de documentos inviabilizados. Depois vem Minas Gerais (187.846) e Rio de Janeiro (141.748). No exterior, foram cancelados 5.521 títulos (0,34%). Com isso, o número de brasileiros que moram no exterior aptos a votar totaliza agora 81.939.
Segundo o TSE, do total do eleitorado do país, 51,71% são mulheres, 64.916.110. O cadastro atualizado mostra ainda que 60.441.503 são homens e 172.073 não informaram o sexo.
(Redação - InvestNews)