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JHSF fatura R$ 42,5 mi no primeiro trimestre

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SÃO PAULO, 16 de maio de 2007 - A receita operacional líquida da JHSF Participações S.A chegou a R$ 42,5 milhões no primeiro trimestre deste ano, representando um crescimento de 979,1% sobre o mesmo período do ano passado. A empresa explica que tal acréscimo se deve principalmente à receita de imóveis que chegou a R$ 35,4 milhões neste trimestre em comparação ao do ano passado, quando não houve receita de imóveis.

Os custos operacionais chegaram a R$19,5 milhões, representando um crescimento de 1.686,9% devido principalmente ao aumento da atividade de venda de imóveis apresentada no primeiro trimestre em comparação ao de 2006.

Já o lucro bruto chegou a R$23 milhões, representando um crescimento de 707,4% em relação ao mesmo período de 2006. A margem bruta atingiu 54,1% comparado com 72,3% no mesmo período. A queda de margem apresentada se deve à maior participação de Incorporações que apresenta margens menores que os outros negócios.

No primeiro trimestre do ano passado, as despesas gerais e administrativas foram de R$ 6,9 milhões, contra R$ 2 milhões. O aumento apresentado se deve ao crescimento da estrutura da empresa face ao crescimento das atividades, bem como, em preparação para a abertura de capital. As despesas comerciais, que incluem campanhas publicitárias, stands e comissões sobre vendas, foram de R$1 milhão, como resultado de maiores gastos com publicidade, direcionadas principalmente à fase 2 do Empreendimento Cidade Jardim e ao crescimento das comissões por conta do crescimento das vendas de imóveis.

As outras receitas operacionais de R$1,1 milhão no trimestre referem-se ao recebimento de acionistas minoritários por opção de compra de participação no Shopping Metrô Tucuruvi.

Já as despesas financeiras foram de R$ 2 milhões, um crescimento de 104,0% em relação ao ano passado, devido principalmente ao aumento do endividamento bancário no período.

Enquanto isto, as receitas financeiras atingiram R$ 2,1 milhões, 305,7% superior. A causa se explica principalmente ao crescimento do saldo médio das aplicações financeiras.

O EBITDA ajustado que exclui as despesas iniciais do IPO chegou a R$18,8 milhões, um aumento de 1.505,4% em relação ao ano passado. A margem EBITDA ajustada foi de 44,3%, comparada a 29,8% obtida no ano passado. O aumento da margem se deve principalmente ao inicio do reconhecimento dos resultados com venda de imóveis.

(Redação - InvestNews)