Ela disse que, desde 2004, os órgãos de defesa do consumidor e a própria Agência Nacional de Saúde (ANS) iniciaram uma briga judicial sobre o reajuste dos contratos antigos (firmados antes da Lei 9.961/00). A partir de então, foram feitos acordos com as operadoras sobre os índices de reajuste que deveriam ser aplicados. Mas, mesmo assim, Renê Patriota afirma que os índices praticados são abusivos.
Além dos reajustes, ela alerta para as restrições que os consumidores sofrem com a regulamentação atual dos planos novos. Uma pessoa que tem hipertensão, por exemplo, e vai contratar um plano de saúde pode sofrer cerca de 52 exclusões de procedimentos e tratamentos. Isso porque a lei estabelece carência de dois anos nessa situação, explica a coordenadora da Aduseps.
Renê Patriota participa de audiência pública sobre reajuste de planos de saúde, promovida pela Comissão de Defesa do Consumidor no plenário 8.
As informações são da Agência Câmara.
(Redação - InvestNews)