Ramírez disse que atualmente os responsáveis privados da distribuição de gás liquidificado em bujões "não estão cumprindo" as normas, por isso o Estado "sente que necessita de uma maior presença". "Como vamos resolver (a maior presença do Estado no mercado interno de combustíveis) ainda está sendo discutido, mas será feito", acrescentou.
O ministro também comentou a nacionalização de campos da Faixa do Orinoco, anunciada recentemente, afirmando que trata-se de uma medida soberana em concordância com a Lei de Hidrocarbonetos aprovada em novembro de 2001 por decreto do presidente venezuelano, Hugo Chávez. Ele negou, no entanto, que o governo venezuelano pretenda retirar as transnacionais da extração e produção de petróleo na Venezuela, afirmando que é "saudável" ter outras práticas e tecnologias no país, desde que elas respeitem as leis venezuelanas. (Redação com agências internacionais - Investnews)