Chávez, que tem tentado reassumir o controle de empresas no setor de energia e petróleo neste ano, em direção de transformar o país em um Estado socialista, disse que vai informar seu plano à companhia em uma reunião de emergência com o maior controlador da empresa, a Argentina Ternium, da qual a Usiminas tem participação.
"Se vocês não concordarem, eu tomarei a companhia e pagarei o que ela custar, não vou rouba-la de vocês", disse Chávez em um evento para formar um partido político único a partir de dezenas de grupos que o apóiam.
Chávez disse que aprovaria a lei a respeito da Sidor usando poderes que o Congresso lhe concedeu este ano de governar por decreto.
Ele acusou a companhia, que pertence ao maior grupo de siderurgia da América Latina, de exportar a maior parte da produção de aço, obrigando os venezuelanos a importar a matéria-prima da China.
De acordo com Chávez, o controle das trocas comerciais da Venezuela induzem algumas companhias a priorizar a exportação de produtos para assegurar o pagamento em moeda estrangeira em detrimento da moeda local, bolívar, que é negociado no mercado paralelo por quase metade de seu valor oficial. "Antes de exportar uma única tonelada para o exterior, primeiro é preciso garantir que toda companhia venezuelana será abastecida", disse.(Investnews com agências internacionais).